Notícias

ICMS de combustíveis em MG não será reajustado.

12/09/2018

Minas Gerais não apresentou alterações nos valores-base utilizados para a cobrança de ICMS de combustíveis comercializados no estado. O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) divulgou no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 10 de setembro, o Ato Cotepe/PMPF nº17/2018, com vigência a partir do dia 16 deste mês.

O que é?

Divulgado a cada 15 dias, o Ato Cotepe é um levantamento do Preço Médio Ponderado Final (PMPF) dos combustíveis, por Estado, para fins de tributação de ICMS. Ele pode apresentar, ou não, reajuste do preço de referência para a cobrança da tributação destes produtos.

Clique aqui para acessar, no site do Minaspetro, todas as publicações do Ato Cotepe.

Fonte: ASCOM Minaspetro

Gasolina e etanol mais caros em BH e Região Metropolitana, diz pesquisa.

12/09/2018

A gasolina e o etanol estão mais caros em Belo Horizonte e na Região Metropolitana, de acordo com o site de pesquisas Mercado Mineiro.

Segundo o levantamento, divulgado nesta segunda-feira (10), no dia 12 de agosto o preço médio da gasolina comum em Belo Horizonte era de R$ 4,68 e hoje o litro está R$ 4,79. A variação representa um aumento de 2,41%, ou R$ 0,11.

Em Betim o preço médio é de R$ 4,80

Em Contagem o preço médio da gasolina é $4,76

O etanol também teve aumento, segundo a pesquisa. O preço médio em Belo Horizonte no dia 12 de agosto era de R$ 2,82; hoje, o preço médio é de R$ 2,88, um aumento de 1,98%, ou R$ 0,06.

Em Betim, o preço médio é R$2,89

Já em Contagem, o preço médio do etanol é de R$2,88

No levantamento, o site Mercado Mineiro pesquisou 130 postos de combustíveis entre os dias 2 e 6 de setembro. Os dados mostram que ainda é mais vantajoso para o consumidor abastecer com etanol, já que o valor médio do combustível corresponde a 60% do preço do litro da gasolina comum.

Fonte: G1 

Entidades e caminhoneiros contra fake news de nova paralisação!

04/09/2018

Representantes das principais entidades de caminhoneiros disseram neste domingo (2) que negociam com o governo após a alta do preço do diesel anunciada pela Petrobras. De acordo com o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, não há chance de paralisação entre os associados da entidade.

A Associação Brasileira dos Caminheiros (Abcam) também afirma que não apoia uma eventual nova paralisação e acrescenta que não há indicativo de nova greve por parte dos caminhoneiros. Juntas, as associações reúnem 1,5 milhão de caminhoneiros.

Segundo a Casa Civil, o governo federal está cumprindo o que foi combinado com os caminhoneiros em maio e continua dialogando com a categoria. Em nota, a pasta informou ainda que as ameaças de paralisação não são dos líderes que comandaram a greve há pouco mais de três meses.

O que dizem as entidades

A CNTA e a Abcam reiteram desconhecer uma entidade cujo nome aparece em imagens que circulam nas redes sociais. Nessa imagem, a União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC) anuncia paralisação em até 10 dias, contados a partir de 30 de agosto.

Segundo Diumar Bueno, da CNTA, não há chance de paralisação entre os associados. Ele afirma ainda que nenhuma entidade sindical que coordenou e participou do movimento anterior está se organizando para uma paralisação.

Diumar disse ainda que não conhece a UDC. “Entidade que não é oficialmente reconhecida sindicalmente há milhões. Não tem validade, não tem poder legal nem de responder nem de representar a categoria. E, se fica nessa condição de a gente dar ouvido, surge muito, como movimento para fazer palanque”, completou.

A Abcam, por sua vez, informou neste domingo (2) ter pedido uma reunião com o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, para discutir o preço do óleo diesel. Segundo a associação, o pedido foi feito na sexta (31).

Em nota, a Abcam disse também que, independentemente do aumento do preço internacional, o governo deve cumprir a medida provisória nº 838/2018 e manter a subvenção de R$ 0,46 do valor do diesel até o final do ano.

Redes sociais

Tem circulado nas redes sociais uma imagem segundo a qual supostamente a União dos Caminhoneiros do Brasil (UDC – Brasil) estaria programando uma paralisação para os próximos dias. O texto não é assinado. Tampouco há telefone para contato ou site no documento.

Também viralizou na internet uma suposta nota assinada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na qual diz serem pequenas as chances de haver paralisação.

Ao G1, a assessoria de imprensa da PRF nega que tenha emitido um posicionamento oficial e afirma que investiga se o documento é um fragmento de alguma análise interna

Fonte G1

Carros elétricos chegando! Em marcha lenta.

30/08/2018

A Corpus Saneamento e Obras acaba de incorporar mais 15 caminhões elétricos à frota de seis compactadores que há dois anos faz a coleta de lixo em Indaiatuba e São Paulo. Serão 200 até 2023. “Deixamos de emitir mensalmente 14 toneladas de CO, o desempenho é até sete vezes mais eficiente que o do caminhão a diesel e o custo de manutenção caiu um terço”, diz André Lima, diretor administrativo do Grupo Corpus.

Outra empresa que passou a apostar na eletrificação da frota é a DHL Supply Chain Brasil. Por enquanto são 20 veículos elétricos para entregas em um raio de até 200 quilômetros na Grande São Paulo. A Deutsche Post DHL Group, líder mundial no setor de logística, tem a meta de zero emissão até 2050 no mundo. “Há economia de 70% em relação ao veículo do mesmo porte a diesel”, afirma Fábio Miquelin, diretor de transportes da DHL Supply Chain Brasil.

Niterói, na Região Metropolitana do Rio, criou um corredor de ônibus elétrico financiado com recursos dos royalties do petróleo para percorrer a orla marítima do município, enquanto Volta Redonda, no Sul Fluminense, removeu estacionamentos de forma a abrir espaço a três ônibus elétricos para o transporte público de quatro bairros comerciais da cidade com passagem gratuita. Ônibus, compactadores de lixo e carros de entrega de mercadorias são da chinesa BYD.

“A maior perspectiva para os veículos elétricos está no mercado corporativo e na expectativa de que os governos renovem as frotas públicas”, diz Ricardo Guggisberg, presidente da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). “O desafio do Brasil é descarbonizar os transportes”, afirma a pesquisadora Tatiana Bruce, da FGV Energia, centro de estudos de energia da Fundação Getulio Vargas.

O lançamento do Rota2030, que estabelece as bases da política industrial do setor automotivo, pode ajudar na troca da matriz de transporte. O carro elétrico ganhou competitividade porque pagava 25% de IPI e agora será taxado de 7% a 21%. Os modelos à combustão vão continuar pagando por cilindrada. A estimativa é que a média para as montadoras de carros à gasolina ou diesel ou híbrido com etanol fique em 5% a 6%.

O mundo acelera para o veículo elétrico, mas o Brasil, dizem os especialistas, segue em marcha lenta. O estudo “Carros Elétricos”, publicado pela FGV Energia no ano passado, aponta que a frota mundial de carros elétricos para passageiros chegou a 2 milhões em 2016. Em 2030 talvez sejam 140 milhões – ou 10% da frota mundial. A Empresa de Pesquisa Energética estima que no Brasil, até 2026, seriam 520 mil – 1% da frota de veículos do país. Hoje, mal passam dos 300.

Os números inflados pelos híbridos apontam pouco mais de 7 mil, segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), com possibilidade de chegar a 10 mil até o fim do ano caso se mantenha o aumento de quase 60% nas vendas registradas no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período de 2017. “Políticas de incentivo são importantes”, diz Tatiana Bruce, da FGV Energia.

Nenhuma grande montadora confirmou ainda a intenção de abrir uma planta de carro elétrico no Brasil. A BYD tem fábrica em Campinas, que emprega 460 metalúrgicos e tem capacidade de montar 700 ônibus por ano. Também terminou o ano passado como maior vendedora de carros elétricos do Brasil. Já são 100 rodando o país. Trinta começaram a ser usados no mês passado pela Guarda Municipal de São José dos Campos. “O veículo elétrico é uma oportunidade de estabilização financeira para o setor público”, afirma Adalberto Maluf, diretor de novos negócios da BYD.

“O veículo elétrico custa muito caro, mas tem um ganho na operação: a conta de energia da casa do consumidor em que instalamos um carregador aumentou R$ 200, mas ele gastava mais de R$ 600 por mês de gasolina”, diz Danilo Leite, especialista em inovação da CPFL, líder no mercado de distribuição de energia, com mais de 7,5 milhões de clientes em São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.

A experiência corporativa é positiva. Itaipu Binacional, maior geradora de energia elétrica do país, desenvolve há mais de uma década um programa pioneiro de carros elétricos no país. Investiu até agora, na compra dos veículos, pesquisa e desenvolvimento, US$ 4,7 milhões. São 107 carros elétricos, além de outros 15 que vão chegar em outubro, que já percorreram 1,04 milhão de quilômetros. “Se toda a frota brasileira, que roda em média 670 bilhões de km/ano, fosse de veículos elétricos teria se evitado a emissão de 69,7 milhões de toneladas CO. Para compensar isso só plantando 400 milhões de árvores por ano”, diz o engenheiro Celso Novais, coordenador brasileiro do programa Itaipu Veículos Elétricos.
Fonte: Valor Econômico

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