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Roberto Castello Branco o novo futuro presidente da Petrobras

20/11/2018

Ex-membro do conselho administrativo da Petrobras, o economista Roberto Castello Branco deve voltar à empresa como presidente no ano que vem, por indicação do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“Guedes recomendou ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, a indicação para a presidência da Petrobras de Roberto Castello Branco, que aceitou o convite”, afirma nota divulgada por Guedes. “O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação do novo presidente”, acrescenta o informe.

Crítico à intervenção do Estado na economica, Castello Branco é defensor da privatização não só da Petrobras, mas de outras empresas estatais .

Em junho deste ano, após a demissão de Pedro Parente da presidência da petroleira durante a greve dos caminhoneiros, Castello Branco escreveu um artigo no jornal Folha de S.Paulo defendendo que “é inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada.”

O economista se tornou como membro do conselho administrativo da Petrobras em 2015, por indicação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mas ficou pouco tempo, saindo em 2016.

Atualmente, Castello Branco é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV (Fundação Getúlio Vargas), onde tem doutorado. Seu pós-doutorado foi feito na Universidade de Chicago, nos EUA, entre 1977 e 1978, com apoio de bolsa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Fonte:https://g1.globo.com/economia/noticia/

Gasolina cai, mas álcool ainda é mais vantajoso

14/11/2018

A Petrobras anunciou o sexto corte consecutivo no preço da gasolina nas refinarias.

Só na região metropolitana de Belo Horizonte, o consumidor já sentiu um recuo de R$ 0,06 nas últimas semanas, de acordo com levantamento feito pelo site de pesquisas Mercado Mineiro. Entretanto, o alívio poderia ter sido muito maior, se o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) não tivesse sofrido uma alteração.

A alíquota é de 31%, mas o preço médio sobre o qual ela incide subiu de R$ 4,87 para R$ 5,09. No fim das contas, o ajuste no imposto gerou um aumento de R$ 0,06 no preço final.

Com o aumento tributário indo de encontro ao recuo do preço, o motorista Hugo Oliveira diz que não sentiu nenhuma grande diferença. “Não vi diminuição no preço da gasolina, ainda estou optando pelo álcool que compensa mais”, disse. O bancário aposentado Aristides Antônio da Silva também não percebeu que o combustível ficou mais barato.

“Muito pelo contrário, e o pior é que agora nem posso mais abastecer com álcool. Peguei agora o carro na oficina e disseram que ele está morrendo direto por conta do álcool. Agora é o bolso que sofre” conta.

Apesar de baixa, a redução aconteceu. Em comparação realizada entre os preços do dia 21 de outubro de 2018 a gasolina comum, que custava R$ 4,88, caiu para R$ 4,82. A queda de R$ 0,06 é equivalente a 1,15%. Entre os postos, a variação chega a 13,7%. O litro custa de R$ 4,65 e R$ 5,29.

Já o preço do etanol teve uma queda de 0,61%, após ter subido 7,32% no mês passado.

O preço médio caiu de R$ 3,09 para R$ 3,07, mas ainda está vantajoso, pois está custando cerca de 64% do valor da gasolina.

Na fila do posto, a pedagoga Elza Mendes disse que nem cogita mais abastecer com gasolina. “Vou sempre pelo álcool que está bem mais barato”, disse. Para o militar aposentado Antônio Luiz, o etanol também tem sido a melhor escolha. “Se a gasolina diminuiu, não chegou no meu bolso. Agora mesmo vou abastecer com álcool”, disse Luiz.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados do Petróleo do Estado de Minas Gerais (Minaspetro), Carlos Guimarães, lembra que o governo de Minas Gerais desconsidera o contexto econômico pelo qual a população está passando. “Os consumidores terão que suportar mais um reajuste de ICMS. Para efeito de comparação, em janeiro deste ano os mineiros pagavam cerca de R$ 1,37 de imposto, por litro. Agora, estão pagando R$ 1,58. São R$ 0,21 a mais”, reclama.

Fonte: http://minaspetro.com.br/

Startup cria combustível à base de água para veículos elétricos

12/11/2018

A startup australiano-israelense ElectriqGlobal apresentou na última semana, em Tel Aviv, Israel, uma nova tecnologia capaz de gerar combustíveis para carros carros elétricos a partir da água.

A empresa disse que seu combustível à base de água é “altamente eficiente, seguro” e pode ser usado para alimentar veículos elétricos sem emitir gases poluentes. A tecnologia, chamada de “revolucionária” pela Electriq~Global, extrai hidrogênio da água, utilizando-o para gerar a eletricidade que alimenta os veículos.

O sistema desenvolvido contém três elementos principais: a água, uma substância química chamada Tetraidrobiopterina (BH4), e uma camada de metal – um catalisador desenvolvido pela empresa – que aciona a produção de hidrogênio a partir da mistura.

“Criamos um novo tipo de combustível baseado em água”, disse o CEO Guy Michrowski ao jornal The Times of  Israel. “É seguro, não inflamável e fácil de usar e transportar.”

As empresas que atuam no ramo de energia renovável, como a Tesla, atualmente utilizam baterias de íons de lítio para abastecer os carros, ou tecnologias de hidrogênio comprimido – considerado de custo alto para armazenamento e transporte – para veículos maiores, como ônibus, caminhões, trens e barcos.

De acordo com a startup, sua tecnologia atinge o dobro do alcance de carros elétricos pela metade do custo. Em seu site oficial, a EletriqGlobal compara o alcance de seu combustível com o de outras empresas. A bateria de lítio de um Tesla Model-S 2018 e o hidrogênio comprimido de um Toyota Mirai 2018 têm alcance de 500 km, enquanto os veículos da EletriqGlobal teriam um alcance de 1.000 km, podendo ser reabastecidos em cinco minutos.Fonte: https://exame.abril.com.br/

Operação de débito mais competitiva

12/11/2018

Começou a valer a medida do Banco Central (BC) que impôs um teto à tarifa de intercâmbio para a transação dos cartões de débito que é cobrada pelos bancos e cooperativas emissoras assim a  expectativa do BC é que a redução dos custos seja repassada aos comerciantes, o que auxiliará, principalmente, os pequenos empresários.

Para se ter uma ideia, nos últimos oito anos a tarifa de intercâmbio dos cartões de débito aumento de 0,79% para 0,82%.

Segundo o BC, se a limitação for repassada integralmente aos varejistas, pode haver uma redução de cerca de 20% da taxa paga pelos empresários, conforme estimativas do Banco Central.

Flávio Lara, diretor da Rede Flex, tem a mesma expectativa da instituição financeira. As transações em débito em sua empresa atingem 25% da movimentação total.

O empresário acredita que, de fato, a operadora de cartão fará o repasse para o revendedor. ” Procurei a empresa imediatamente e fui informado de que será repassado, sim.  Agora cabe ao revendedor procurar sua empresa parceira e cobrar o repasse.”

Com entretanto a economia dependerá de cada segmento decidir se vai repassar ou não o desconto para o consumidor.

 

 

Fonte: http://minaspetro.com.br/noticias/

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