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Maia quer instalar comissão da reforma tributária na Câmara nesta semana.

26/06/2019

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)  voltou a afirmar que espera votar a reforma da Previdência ainda nesta semana na comissão especial e aprovar o texto no plenário no mês de julho.

A gente tem uma expectativa de que se nada mudar que a gente possa votar até quinta-feira [27] na comissão a reforma da Previdência, deixar o projeto pronto para o plenário”, afirmou.

Outro projeto que é considerado prioritário é o marco do saneamento, que foi aprovado pelo Senado. Maia disse que quer votá-lo neste semestre ou na primeira semana de agosto.

Neste semestre o prazo é curto para votações, porque com as festividades de São João o plenário tende a ser esvaziado nesta semana. Além disso, há o recesso parlamentar nas duas últimas semanas de julho.

Maia diz ainda que quer instalar a comissão especial que analisará a reforma tributária nesta semana. O colegiado já foi criado, mas não está em funcionamento. A ideia é que comece a tramitar logo que a Previdência saia da fase de comissão para não haver conflito com as duas propostas.
Fonte: Folha de S.Paulo

novidades para postos de combustíveis

12/06/2019

4 novidades tecnológicas para postos de combustíveis.

Frequentar um posto de combustível faz parte do dia a dia de muita gente. Para atender às expectativas da clientela, oferecer serviços diferenciados é fundamental para se manter atuante e obter sucesso no segmento. Afinal, existe uma concorrência acirrada, e disponibilizar novidades tecnológicas aos consumidores é uma maneira de fidelizá-los.

Isso porque a tecnologia já faz parte do cotidiano dos motoristas, pois os automóveis atuais têm uma eficiência energética automatizada — o que ameniza o consumo de combustível — e contam com diversos dispositivos eletrônicos úteis, como painel multimídia, câmeras, sensores de desgastes, entre outros. Essa realidade deixou as pessoas mais conscientes, despertando o interesse de estabelecimentos que aliam economia, inovação e praticidade.

Neste post, você conhecerá as quatro novidades tecnológicas mais promissoras para o seu posto. Confira e atualize-se.

1. Conectividade entre veículos e postos

Uma das inovações que merecem destaque são as ferramentas que mantêm os veículos conectados de forma inteligente com os estabelecimentos, como aplicativos próprios que podem notificar os condutores sobre manutenções necessárias (troca de fluidos e filtros, alinhamento e balanceamento etc.) e outras necessidades do automóvel. Sem contar a possibilidade de indicar postos próximos que realizam os serviços demandados.

Graças ao sistema de GPS integrado, é possível indicar o preço dos combustíveis que um determinado posto oferece, bem como informar sobre áreas de alimentação e conveniência, dando mais comodidade ao motorista.

2. Programa de fidelização automatizado

Esse sistema já existe há um bom tempo, porém o modo como ele está sendo utilizado hoje tem sido mais eficiente.

Os novos softwares de gestão de postos de combustível compilam as informações dos clientes, categorizando todos os dados. Esses históricos geram relatórios interessantes, o que permite tomar decisões mais certeiras e cativantes sobre os brindes oferecidos.

Além disso, esse mecanismo garante uma aproximação com os consumidores, possibilitando o envio de ofertas, promoções e pesquisas por meio de e-mails, mensagens e torpedos SMS.

3. Energia solar

Essa é uma das novidades tecnológicas mais promissoras, pois está diretamente relacionada à redução de custos. A verdade é que os serviços de um posto têm alto consumo de energia elétrica, especialmente quando o estabelecimento funciona 24 horas por dia.

Com o objetivo de diminuir esse tipo de despesa, o uso da energia solar é uma excelente alternativa para suprir as demandas diárias. Com isso, computadores, elementos (placas) da identidade visual e bombas funcionam ativamente.

A vantagem é que esse investimento tem um retorno rápido, graças à economia proporcionada ao estabelecimento. Além disso, ter um posto consciente, com maneiras sustentáveis de obter energia, pode aumentar o interesse do público, que está cada vez mais engajado com as questões ambientais.

4. Espaço multifuncional

Essa não é uma abordagem tão tecnológica quanto às demais, mas alia comodidade e praticidade. Afinal, ter um espaço multifuncional — com diversas lojas e serviços — é uma tendência muito bem-vinda.

Isso porque os postos de combustível ficam em locais estratégicos, recebem visitas constantes e têm um espaço amplo. Para aproveitar essa oportunidade, convém oferecer serviços de fast food, lavanderias e farmácias, por exemplo.

Assim, quando os motoristas chegam para abastecer, têm uma variedade de serviços à sua disposição. Isso facilita a vida da clientela e faz com que ela retorne ao estabelecimento mais vezes. Ao contrário das lojas de conveniência — que também podem ser inovadas com opções de drive-thru —, nessa tendência os espaços são alugados por franquias, sem que você, proprietário do posto, tenha que se preocupar com a gestão efetiva dessas atividades.

E então, o que achou das novidades tecnológicas para postos de combustíveis mencionadas neste conteúdo? Ficou interessado em implantá-las? Se isso for feito, você certamente aumentará a visibilidade do seu estabelecimento na sua região. Afinal, ter um negócio inovador é a chave para fidelizar clientes e aumentar os lucros.

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CNPE diz que venda direta de etanol depende de aprovação de lei

05/06/2019

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou nesta terça-feira resolução para fomentar a livre concorrência na atividade de abastecimento de combustível no Brasil, mas ressaltou que a venda direta de etanol pelas usinas depende da aprovação de lei que estabeleça a chamada monofasia tributária federal.

Segundo o CNPE, caberá ao Ministério da Economia avaliar a implementação da monofasia tributária para a livre concorrência.

O pleito da venda direta de etanol pelas usinas, contudo, não é unanimidade dentro do próprio setor produtivo. Há receios sobre aumento de sonegação e sobre a qualidade do combustível, se o produto não passar pelas distribuidoras até chegar aos postos.

(Por Roberto Samora)

Fonte: Jornal Extra

Busca por mais segurança nos reajustes dos combustíveis, diz Petrobras.

27/05/2019

Fonte: Gaúcha ZH*

Nova diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara começou a abrir informações sobre a privatização de oito refinarias, entre as quais a Refap, de Canoas. Em entrevista à coluna, a executiva também comentou a política de preços da estatal, que tem rendido dor de cabeça para o governo federal sob dois pontos de vista: inspira desconfiança em potenciais investidores e irrita a população obrigada a conviver com reajustes frequentes, ao sabor da variação do dólar e das cotações internacionais de petróleo e combustíveis.
Por que a Petrobras reajusta os preços dos combustíveis nas refinarias com tanta frequência?

Se a Petrobras é obrigada a aplicar preços abaixo da paridade de importação e não produz todos os derivados necessários para o país, precisa importar e terá prejuízo, porque vai importar caro e vender barato aqui. Vivemos esse período entre 2011 e 2014 e fez a dívida explodir. Caso a Petrobras venda muito acima da paridade internacional, vem muito importador e desloca (tira mercado) o produto da empresa. De 2016 a 2017, margens foram mais elevadas, e a Petrobras perdeu mercado. Hoje, estão alinhadas ao mercado. Existe uma organização internacional que avalia preço de diesel no mundo, da mais barata à mais cara, a Petrobras está na 60ª posição. Em 105 países, o diesel é mais caro do que no Brasil. O preço que sai da refinaria da Petrobras é mais barato do que o da refinaria nos Estados Unidos. Mas quando soma impostos, distribuição e revenda, na ponta fica mais caro no Brasil do que nos EUA.

E não é possível reduzir o tempo de flutuação, ou seja, de reajuste?
A periodicidade atual está longe de ser diária no diesel, o valor na refinaria está estável há
20 dias. O problema é que, quanto maior a periodicidade, maior o percentual de ajuste, porque deixa de fazer reajustes menores em períodos mais curtos. O que e é melhor?
Ajustes mais curtos e menores, ou mais demorados e maiores?

Como o preço do petróleo e derivados varia muito, isso pode não acontecer, certo?
Pode eventualmente não acontecer porque, se o preço do diesel cai lá fora, se o câmbio cair ou se disparar, não tem como ter controle sobre essas variáveis. O que se busca fazer para dar um pouco mais de segurança nos movimentos que a companhia faz. Contratam-se derivativos no mercado financeiro para se proteger contra oscilações de dólar e diesel.
Mas não dá para fazer derivativos muito longos. É caro, e em alguns casos, não existe, porque o mercado não prevê. No mundo, o minério de ferro subiu mais de 35%, e hoje o preço do diesel está equivalente ao de maio de 2018. A inflação foi de 4%, mas o preço do diesel já caiu e já subiu. Às vezes, só olhamos o que já subiu e não lembra do que caiu. Então, de maio de 2018 a de 2019 praticamente não mudou.

Nesta época de 2018, o nível médio de utilização das refinarias para diesel estava em queda. Houve recuperação?
Isso não procede. Hoje, em termos de utilização das nossas refinarias, estamos em condição bastante adequada. Aproveitar a capacidade operacional máxima da refinaria pode produzir derivados que não têm comprador, pode produzir óleo combustível demais, e gera muitos produtos de baixo valor agregado ou que não têm interessados. Talvez tenha de exportar,
e o preço neste caso é muito baixo. Existe um fator de utilização que consideramos o ideal,
e estamos bem próximos desse patamar . A utilização das refinarias também depende do mercado consumidor.

É realista a expectativa de o Brasil ganhar um grande volume de gás do pré-sal?
É realista para meados da próxima década (entre 2024 e 2025). A demanda de gás no Brasil é de cerca de 75 milhões de metros cúbicos diários, a Petrobras produz 50 milhões de metros cúbicos. A condição ideal é termos produção interna crescente, com aumento da produção do pré-sal, mas para que esse crescimento seja significativo, também há necessidade de infraestrutura, especialmente para levar esse gás da plataforma em alto mar para a terra.

Fonte: Gaúcha ZH**Extraída do site Fecombustíveis

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