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No ano, gasolina sobe 35% na refinaria, mas só 3,7% na bomba

08/05/2019

O preço da gasolina nas refinarias da Petrobras subiu 35% desde o início do ano, mas o repasse ao consumidor está sendo represado nas distribuidoras e, principalmente, nos postos de gasolina. Nas bombas, a alta acumulada do ano é de 3,7%.

Segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), o preço médio de venda da gasolina no país chegou a R$ 4,505 por litro na semana passada. É o maior valor do ano, mas ainda bem abaixo do pico de R$ 4,725, atingido no fim de setembro de 2018.

Nesta quarta-feira (8), os motoristas de aplicativos de transportes, como Uber, farão manifestações em todo o mundo contra as tarifas cobradas pela empresa. No Brasil, os profissionais que aderiram a paralisação afirmam que a falta de reajuste na taxa somada a alta na gasolina tem prejudicado o lucro.

A escalada dos preços das refinarias em 2019 é explicada pela variação das cotações internacionais do petróleo. Do fim de dezembro até agora, a cotação do petróleo do tipo Brent, referência internacional negociada em Londres, subiu cerca de 30%.

Desde 2017, a Petrobras vem ajustando seus preços de acordo com o conceito de paridade de importação, que representa o custo para trazer combustíveis do mercado internacional, incluindo os gastos com transporte e instalações portuárias e margem de lucro.

A política tem sido questionada, principalmente em momentos de alta nas cotações internacionais, mas empresa e governo defendem que o controle dos preços pode afastar investimentos do setor de petróleo no país. Além disso, como é importadora, a Petrobras tem prejuízos se vender combustíveis abaixo do preço de compra.

Apesar da alta nos preços durante o ano, importadores questionam os cálculos da Petrobras, alegando que a empresa pratica valores abaixo do mercado internacional e dificulta a concorrência com fornecedores privados.

Nas refinarias, a gasolina é vendida a R$ 2,045 por litro, em média, desde o último reajuste, no dia 30 de abril foi o terceiro aumento apenas naquele mês. O preço da Petrobras, portanto, representa 45% do preço final do produto.

Com vendas em baixa devido à crise econômica, porém, os outros elos da cadeia vêm alegando dificuldades para repassar. Segundo a ANP, o preço médio de venda do combustível pelas distribuidoras chegou a R$ 4,082 por litro na semana passada, aumento de 5,8% ante o início do ano.

Já a margem de lucro dos postos caiu 12,8% no ano, chegando na semana passada a R$ 0,423 por litro, recuando a níveis históricos após um período de alta no fim de 2018, quando as cotações do petróleo e, consequentemente, o preço nas refinarias da Petrobras estava mais baixo.

Em Capitólio primeiro posto flutuante de Minas Gerais

29/04/2019

Foi inaugurado no município de Capitólio o primeiro posto de combustíveis flutuante em Minas Gerais, iniciativa do empresário Arnaldo Silva.
O evento de inauguração do Posto Beira Rio III, como foi batizado foi na seta feira dia 26/04.
A embarcação flutuante tem 250 metros quadrados de área total, oito bicos de saída de combustíveis e capacidade de 90 mil litros de tancagem.

Os produtos comercializados no local são o diesel verana, específico para o mercado náutico, e gasolina. O posto também conta com uma loja da BR Mania com banheiros e lounge para os consumidores.

Fonte: ASCOM Minaspetro

Noruega é 1º país a vender mais carros elétricos do que tradicionais

09/04/2019

No mês passado, os carros elétricos atingiram uma marca significativa na Noruega, representando 58% das vendas e superaram os números de modelos movidos a combustível fóssil, segundo Christina Bu, secretária-geral da Associação de Veículos Elétricos do país. Os números refletem o desejo da nação de se afastar de veículos movidos a combustíveis fósseis – com a ajuda de incentivos lucrativos do governo para proprietários de veículos elétricos.

O modelo de mercado de massa da Tesla, o Model 3, é o mais popular, respondendo por quase 30% das vendas de veículos de passageiros novos, segundo o Conselho Norueguês de Informações para o Tráfego Rodoviário (OFV). Entretanto, até o final de março foram registrados pela OFV 18.395 novos carros novos, sendo que desses 10.732 são classificados dentro do quesito de emissão zero, representando um total de 48,4%.

“A Noruega mostra ao mundo todo que o carro elétrico pode substituir aqueles movidos por gasolina ou diesel e contribuir relevantemente com a briga pela redução na emissão de CO2”, diz Bu em comunicado.

A previsão é de que ao longo do ano de 2019 os números aumentem e as vendas seja ainda maiores. Os incentivos do governo continuam surgindo, sendo de custos de impostos de importação e de taxas sobre burocracia de registro reduzidos, permissão aos proprietários para não pagarem pedágios e para usarem a faixas de ônibus em centros urbanos congestionados. No entanto, as vantagens devem ser eliminadas em 2021. Segundo o parlamento, em 2025 toda a frota já seja elétrica.

A China, que é o maior mercado automobilístico do mundo, também forneceu grandes incentivos à medida que tenta limpar o problema de poluição do ar e conquistar a liderança em novas tecnologias. O país já conquistou um aumento de cerca de 61% nas vendas no ano passado.

Fonte: Olhar Digital

Fiscalização trabalhista: iniciada a nova fase das notificações coletivas na Revenda de combustíveis.

24/01/2019

Ao final de 2018, a Superintendência Regional do Trabalho em Minas Gerais (SRT-MG) iniciou a nova fase do Projeto Intervenções Coletivas, que em 2019, além da Revenda, exigirá adequações das transportadoras e distribuidoras de combustíveis em relação à saúde e segurança dos trabalhadores.

Para os postos, esta “nova” notificação representa uma evolução dos itens cobrados na primeira fase do programa, iniciado em dezembro de 2017.

Após diversas reuniões ao longo do ano passado – com a participação efetiva do Minaspetro -, a SRT-MG entendeu que para a eficácia do projeto é fundamental que a descrição dos itens exigidos tenha um nível de detalhamento ainda maior em relação à primeira notificação, a fim de possibilitar uma interpretação mais assertiva dos empregadores e prestadores de serviço.

Este novo documento contém 27 itens que abordam o “tripé trabalhista” dos postos: Contabilidade (Horas extra, escala de trabalho, quebra de caixa etc.); Segurança do Trabalho (Treinamento das NRs, EPIs etc.); e Medicina do Trabalho (PCMSO, PPRA etc.).

De acordo com a coordenação do Projeto Intervenções Coletivas, as notificações coletivas foram enviadas de duas formas para os postos: Com ou sem Notificação para Apresentação de Documentos (NAD) indireta; explicamos a seguir:

– Notificação com NAD indireta: Possui uma página anexa, explicando que o posto deve comparecer à gerência regional do trabalho para apresentar a relação de documentos descrita na folha encaminhada juntamente com a notificação. É o caso dos postos localizados nas seguintes regionais: Belo Horizonte; Betim; Contagem; Uberaba; Governador Valadares; Montes Claros; e Teófilo Otoni;

– Notificação sem NAD indireta: A empresa deverá enviar mídia digital (CD/DVD) contendo fotos/arquivos capazes de comprovar o cumprimento/regularizações dos 27 (vinte e sete) itens notificados. O material deverá ser enviado por correspondência ou entregue no setor de protocolo da unidade do Ministério do Trabalho à qual o estabelecimento é circunscrito (vide endereço no rodapé da notificação recebida).

Arquivos

Os modelos da notificação coletiva estão disponíveis para visualização no site do Minaspetro, na seção “Serviços>Arquivos”. O Sindicato orienta aos postos que façam a leitura do documento, na íntegra, para melhor entendimento do que está sendo cobrado pelo órgão fiscalizador.

É importante destacar que, caso o posto receba a notificação neste ano – assim como em 2018 -, deverá comprovar novamente a adequação do estabelecimento às regras estabelecidas pela legislação de segurança e saúde do trabalho.

Dilação de prazo

Inicialmente, os postos notificados têm 45 dias para cumprir as exigências, entretanto, caso o revendedor necessite de mais tempo para cumprimento dos itens deve comunicar, no prazo de 10 dias contados do recebimento da notificação, indicando os itens específicos, bem como a sugestão de novos prazos e motivos técnicos justificadores dos pedidos.

Fonte: ASCOM Minaspetro

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