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ANP solicita esclarecimentos sobre preços de combustíveis a distribuidoras

28/11/2018

A ANP solicitou hoje (27/11), em um prazo máximo de 15 dias, esclarecimentos às principais empresas distribuidoras sobre os preços dos combustíveis. O pedido atende à atribuição legal da Agência de zelar pela proteção do consumidor quanto a preços, qualidade e oferta de produtos, prevista na Lei Nº 9478/97 e na Resolução CNPE Nº 4/2002.

A Agência tem adotado várias medidas para dar maior transparência à formação de preços e solicitado informações dos agentes periodicamente. Dessa forma, foi observada a redução significativa de preços da gasolina  pela Petrobras, sem que essa decisão tenha chegado ao consumidor final.

Contudo de acordo com a pesquisa de preços divulgada pela ANP na semana passada, o valor da gasolina C, que estava, na média nacional, em R$ 2,1381, no dia 18 de setembro, tinha se reduzido para R$ 1,6761. No entanto, apenas R$ 0,04 tinham sido repassados ao consumidor final. O último acompanhamento da ANP, divulgado esta semana, indica que embora o preço da gasolina C* tenha caído cerca de R$ 0,51 nos dois últimos meses, só cerca de R$0,26 foram repassados pelas distribuidoras. O consumidor final, por sua vez, somente constatou uma redução da ordem de R$ 0,10 nos preços praticados na bomba.

Fonte: Anphttp://www.anp.gov.br

Preços do petróleo caem 6%, com preocupações sobre demanda

23/11/2018

Os preços do petróleo caíram mais de 6% nesta terça-feira (20),em uma sessão com grande volume de transações,

com o petróleo dos Estados Unidos recuando para o seu nível mais baixo em mais de um ano,

em meio a uma queda no mercado acionário norte-americano alimentada por temores sobre o crescimento econômico global.

Os futuros do petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) encerraram a sessão em queda de US$ 3,77,ou 6,6%, a US$ 53,43 por barril. O contrato chegou a cair 7,7% durante a sessão,

e tocou US$ 52,77 o barril, a menor cotação deste outubro de 2017.

Mais de 946 mil contratos para o próximo mês de petróleo nos EUA mudaram de mãos, superando a média diária dos últimos 10 meses e o segundo maior volume diário desde junho, segundo dados do Refinitiv.

Os futuros do petróleo Brent caíram US$ 4,26, ou 6,4%, para US$ 62,53 por barril. O contrato que é referência

internacional chegou a recuar 7,6%, para US$ 61,71 durante a sessão, o valor mais baixo desde dezembro de 2017.

O petróleo norte-americano acumula queda de mais de 30% desde outubro, quando estava próximo da cotação

máxima em quatro anos.

“Por enquanto, é mais sobre risco”, de acordo com Jim Ritterbusch, presidente da Ritterbusch and Associates. ”

“Quando o mercado acionário cai 8 ou 9%, isso tende a evocar imagens de uma economia global fraca e isso alimenta

as expectativas de uma demanda de petróleo mais fraca do que o esperado”.

Fonte:http://minaspetro.com.br/noticia/

Volkswagen anuncia plano de US$50 bi para veículos elétricos

21/11/2018

A Volkswagen espera se tornar a mais lucrativa fabricante de veículos elétricos graças a um plano multibilionário de expansão rumo à produção em massa de carros movidos com baterias elétricas, disse o presidente-executivo da companhia, Herbert Diess, nesta sexta-feira.

A VW espera investir quase 44 bilhões de euros (50 bilhões de dólares) no desenvolvimento de carros elétricos e autônomos e em novos serviços de mobilidade até 2023, além de explorar outras áreas de cooperação com a norte-americana Ford.

Entretanto Diess afirmou que espera chegar a um acordo geral sobre a cooperação com a Ford até o final do ano, com foco inicial em veículos comerciais.

Ele adicionou que uma fusão com a Ford não está na agenda, e disse também que não há planos para comprar uma fatia na fabricante dos EUA.

A produção em massa de veículos elétricos ajudaria a fabricante a reduzir os custos para o mesmo nível de preços atualmente praticados para veículos a diesel, disse Diess em uma coletiva de imprensa em Wolfsburgo, cidade sede da VW.

“Contudo são veículos apaixonantes, (com) elevadas economias de escala. Eu acredito que nós seremos a mais lucrativa companhia de carros elétricos”, disse Diess, ao responder a perguntas de jornalistas.

O comitê de supervisão da maior fabricante de carros da Europa aprovou amplos planos de investimento para início da produção em massa de veículos elétricos na Europa, na maior mudança estratégica da companhia desde um escândalo gerado pela manipulação de testes de emissões de automóveis movidos a diesel em 2015.

A Volkswagen vai reequipar três de suas fábricas na Alemanha para construir carros elétricos e para explorar alianças com parceiros do setor de baterias e com fabricantes rivais de veículos.

Fonte:http://www.brasilagro.com.br/

Roberto Castello Branco o novo futuro presidente da Petrobras

20/11/2018

Ex-membro do conselho administrativo da Petrobras, o economista Roberto Castello Branco deve voltar à empresa como presidente no ano que vem, por indicação do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“Guedes recomendou ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, a indicação para a presidência da Petrobras de Roberto Castello Branco, que aceitou o convite”, afirma nota divulgada por Guedes. “O atual presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, permanece no comando da estatal até a nomeação do novo presidente”, acrescenta o informe.

Crítico à intervenção do Estado na economica, Castello Branco é defensor da privatização não só da Petrobras, mas de outras empresas estatais .

Em junho deste ano, após a demissão de Pedro Parente da presidência da petroleira durante a greve dos caminhoneiros, Castello Branco escreveu um artigo no jornal Folha de S.Paulo defendendo que “é inaceitável manter centenas de bilhões de dólares alocados a empresas estatais em atividades que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada.”

O economista se tornou como membro do conselho administrativo da Petrobras em 2015, por indicação da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), mas ficou pouco tempo, saindo em 2016.

Atualmente, Castello Branco é diretor do Centro de Estudos em Crescimento e Desenvolvimento Econômico da FGV (Fundação Getúlio Vargas), onde tem doutorado. Seu pós-doutorado foi feito na Universidade de Chicago, nos EUA, entre 1977 e 1978, com apoio de bolsa do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico).

Fonte:https://g1.globo.com/economia/noticia/

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